Posts Tagged ‘Mansfield’

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Ficando Puta…

22 outubro, 2008

E eu, quando era criança, achava que a gente só ficava puta quando se prostituia.

Nada. Depois de ouvir esta frase quase como um mantra diário de quem ouve meu sobrenome, descobri o sentido Masfiled:
– Seu sobrenome é qual mesmo, Anne?.
– Fonseca.
– Perna fina e bunda seca! ahahaha
– Tão original…

Ticontá!!! Num aguento mais! Vou mudar meu nome pra Lili.

Fala pelo menos gente fina e barriga seca, que é elogio. É só mentira, mas quem liga?

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Prefiro ter um filho VIADO do que um filho caixa da Yamada!

22 agosto, 2008

Lembrei hoje do grande Marcelo Mansfield quando fui comprar um refrigerante na Yamada durante o almoço.
Eu fiquei PUTA!

Situação: Peguei o refrigerante na geladeira da Yamada. Puta! Tava quente. Porque eles colocam aquela porra de geladeira se os refrigerantes ficam quentes lá dentro? Sempre. Em qualquer hora do dia, sempre os refrigerantes ficam quentes ali dentro. É uma enganação total! Você olha os refrigerantes fora da geladeira e pensa: tou com sede, não vai dar pra beber agora. Aí você vê as geladeiras, e os refrigerantes lá dentro. Você pensa que é um oásis e a porra não passa de uma miragem!
Mas enfim, eu fui levando o refrigerante pro caixa e entreguei dez reais pra caixa. Que nem bom dia me deu. Não sei se por falta de educação ou porque estava naquele horário que você não sabe se diz “bom dia” ou “boa tarde”. Logo eu descobri que era por falta de educação mesmo.
Caixa: Você não tem R$5,00?
Anne: Não.
Caixa (com aquele tom de “não fez a lição? não tem sobremesa”): Ah. Então você vai TER que esperar pelo seu troco.
Anne (com aquela voz de “Do you know who I am?”): Como é que é? Eu VOU TER que esperar o meu troco? Que tipo de caixa não tem troco pra dez reais? Como assim eu VOU TER que esperar? Você não sabe dizer: eu estou sem troco, a senhora pode esperar um pouco?

Depois de dar o sermão na caixa, que me olhava como se eu tivesse com herpes por todo o rosto, eu olhei pra trás esperando uma expressão de apoio da pessoa depois de mim. Nada! O cara me olhou como se eu fosse um travesti histérico brigando com o meu macho.
Fiquei puta!
Anne: Olha aqui, se tu gosta de ser maltratado, traz o chicotinho que eu te bato. Mas eu não!

Peguei o troco e saí bufando do supermercado.

Como diz o fantástico Mansfield:
Prefiro ter um filho VIADO do que um filho caixa da Yamada.